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dc.contributor.advisorSilva, Camilo Adalton Mariano dapt_BR
dc.contributor.advisorSól, Núncio Antônio Araújopt_BR
dc.contributor.authorBouzada, Deisyane Fumian-
dc.date.accessioned2022-02-01T18:31:23Z-
dc.date.available2022-02-01T18:31:23Z-
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.citationBOUZADA, Deisyane Fumian. Transtorno mental e comportamental em servidores da Universidade Federal de Ouro Preto: avaliação do afastamento do trabalho de 2011- 2019. 2020. 120 f. Dissertação (Mestrado em Saúde e Nutrição) - Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto, Escola de Nutrição, Ouro Preto, 2010.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/14421-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Saúde e Nutrição. Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractOs Transtornos Mentais e Comportamentais (TMC) configuram como uma das principais causas de afastamento do trabalho no Brasil e no mundo. O aumento dos afastamentos para tratamento de saúde entre os servidores públicos no Brasil tem sido significativo nas últimas décadas, todavia a produção científica sobre absenteísmo por doença relacionada a essa classe trabalhadora e a sua relação com a organização do trabalho têm sido restritas. O objetivo da pesquisa foi analisar a prevalência do afastamento do trabalho de acordo com a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), com estratificação da doença definida como Transtornos Mentais e Comportamentais (CID10- Cap. V), dos servidores efetivos da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e sua relação com os determinantes sociodemográficos. Trata- se de um estudo epidemiológico, descritivo e analítico, com delineamento transversal e abordagem quantitativa. A população foi composta pelos servidores públicos federais (docentes e técnicos administrativos em educação) pertencentes ao quadro efetivo da UFOP com Licenças Médicas para tratamento da própria saúde no Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor Público Federal (SIASS-Inconfidentes) no período de 2011-2019. Os dados foram coletados no sistema de informação do SIASS-Inconfidentes através de relatórios do SIAPE SAÚDE e nos prontuários individuais dos servidores através do instrumento de coleta construído pela pesquisadora com as variáveis de interesse. A análise dos dados foi realizada por meio de estatística descritiva e bivariada (Stata 14.0) dos socio- demográficos. No período de 2011-2019 houve 69.143 dias perdidos por licenças de saúde, sendo que os dias perdidos em virtude de afastamento para tratamento da própria saúde por TMC foi de 15.545. Nos resultados houve uma variação de 23,0% dos afastamentos por TMC no período da pesquisa, sendo a primeira causa de afastamento. Na avaliação dos prontuários individuais dos servidores efetivos dentro dos critérios de admissão (n=733), o sexo feminino teve maior prevalência de absenteísmo com 51,4% (n=377). Na amostra 23,2% (n=170) apresentaram afastamento do trabalho por TMC, sendo o sexo feminino mais preponderante com 57,6% (n=98). Referente a categoria profissional os docentes apresentaram 37,7% (n=64) e os TAE 62,3% (n=106) de afastamento por TMC. As faixas etárias com maiores percentuais de afastamento foram 31-40 anos com 30,0% e 41-50 anos com 25,9%. Na amostra 61,2% apresentaram mais de um afastamento por TMC e as principais causas de afastamento foram os Episódios Depressivos (F32) e os Transtornos Depressivo Recorrente (F33). Na análise multivariada apenas a variável tempo de UFOP apresentou associação no modelo final com a variável dependente momento do primeiro afastamento por TMC, sendo que os servidores da UFOP com tempo de instituição maior que 11,35 anos apresentam fator de proteção de 19%. Assim podemos concluir que as ações de promoção e prevenção à saúde mental devem ser gerais para todos os servidores. A alta prevalência de TMC encontrada nesta investigação alerta para a magnitude do problema, evidenciando-se a urgência da implantação de medidas de detecção de fatores psicossociais de risco associados ou não ao trabalho.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectTrabalhadores - saúde mental - Ouro Preto - MGpt_BR
dc.subjectLicençaspt_BR
dc.subjectUniversidades e faculdadespt_BR
dc.titleTranstorno mental e comportamental em servidores da Universidade Federal de Ouro Preto : avaliação do afastamento do trabalho de 2011- 2019.pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 11/01/2021 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeSilva, Camilo Adalton Mariano dapt_BR
dc.contributor.refereeSól, Núncio Antônio Araújopt_BR
dc.contributor.refereeLourenção, Luciano Garciapt_BR
dc.contributor.refereeMendonça, Raquel de Deuspt_BR
dc.description.abstractenMental and Behavioral Disorders (CMD) are one of the main causes of absence from work in Brazil and worldwide. Absence increase for health treatment among public servants in Brazil has been significant in recent decades, however the scientific production on absenteeism due to illness related to this working class and its relationship with work organization has been restricted. This study aims at analyzing the prevalence of absence from work according to the International Classification of Diseases (ICD-10), with stratification of the disease defined as Mental and Behavioral Disorders (ICD10-Cap. V) of the effective employees of the Federal University de Ouro Preto (UFOP) and its relationship with sociodemographic determinants. This is an epidemiological- descriptive and analytical study with a cross-sectional design and quantitative approach. The population was composed of federal civil servants (professors and administrative technicians in education) belonging to the effective staff of UFOP with Medical Licenses for the treatment of their own health in the Integrated Subsystem of Health Care of the Federal Public Servant (SIASS-Inconfidentes) in 2011 -2019. Data were collected in the SIASS-Inconfidentes information system through SIAPE SAÚDE reports and in the individual medical records of the servers through the collection instrument constructed by the researcher with the variables of interest. Data analysis was performed using descriptive and bivariate statistics (Stata 14.0) of socio-demographic data. In the period 2011-2019, there were 69,143 days lost due to sick leave, with 15,545 days lost due to sick leave due to CMD treatment. In the results, there was a variation of 23.0% of leaves due to CMD during the research period, being the first cause of leave. In the evaluation of the individual records of the effective civil servants within the admission criteria (n = 733), females had a higher prevalence of absenteeism with 51.4% (n = 377). In the sample, 23.2% (n = 170) presented absence from work due to CMD, with the female sex being more prevalent with 57.6% (n = 98). Regarding the professional category, the professors presented 37.7% (n = 64) and the TAE 62.3% (n = 106) of absence due to CMD. In the sample, 23.2% (n = 170) presented absence from work due to CMD, with the female sex being more prevalent with 57.6% (n = 98). The age groups with the highest percentage of absence were 31-40 years old with 30.0% and 41-50 years old with 25.9%. In the sample, 61.2% had more than one leave due to CMD and the main causes of leave were the Depressive Episodes (F32) and Recurrent Depressive Disorders (F33). In the multivariate analysis, only the UFOP time variable was associated in the final model with the dependent variable at the time of the first CMD leave, with UFOP employees with more than 11.35 years of institution having a protection factor of 19%. In conclusion, the study reveals that mental health supportive policies and procedures should be implemented for all employees. The high prevalence of CMD found in this investigation warns of the magnitude of the problem, highlighting the urgency of implementing measures to detect psychosocial risk factors associated or not with work.pt_BR
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