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dc.contributor.authorCamelo, Lidyane do Valle-
dc.contributor.authorGonçalves, Luana Giatti-
dc.contributor.authorBarreto, Sandhi Maria-
dc.date.accessioned2017-11-08T14:06:33Z-
dc.date.available2017-11-08T14:06:33Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationCAMELO, L. V.; GONÇALVES, L. G.; BARRETO, S. M. Health related quality of life among elderly living in region of high vulnerability for health in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 19, p. 280-293, 2016. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-790X2016000200280&script=sci_abstract&tlng=pt>. Acesso em: 29 ago. 2017.pt_BR
dc.identifier.issn19805497-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/9108-
dc.description.abstractObjetivo: Investigar se as relações sociais, juntamente com características sociodemográficas, hábitos de vida e condições de saúde estão associados à qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) em idosos residentes em região considerada de alta vulnerabilidade para a saúde. Métodos: Estudo transversal realizado com amostra aleatória de 366 idosos (≥ 60 anos) adscritos a um centro de saúde de Belo Horizonte, Minas Gerais. A QVRS foi aferida pelo Medical Outcomes Study 12‑Item Short‑Form Health Survey (SF‑12) e os escores obtidos nos componentes físico (PCS) e mental (MCS) foram utilizados como variáveis resposta. As variáveis explicativas foram divididas em quatro blocos: sociodemográfico, relações sociais, hábitos de vida e condições de saúde. Modelos de regressão linear múltipla foram utilizados. Resultados: Nos modelos multivariados finais, encontramos que elevado número de diagnósticos de doenças crônicas e ter estado acamado nos últimos 15 dias foram variáveis associadas à pior QVRS no domínio físico e mental. Entretanto, ausência de escolaridade, insatisfação com relacionamentos pessoais e não ter sempre que necessário o apoio de alguém para ajudar a ficar de cama, ir ao médico e preparar refeições foi associado à pior QVRS apenas no MCS. Ter declarado cor da pele preta, ausência de atividade de trabalho, não praticar atividade física, não consumir álcool e internação nos últimos 12 meses estiveram associados à pior QVRS apenas no PCS. Conclusão: Além da adversidade social, hábitos de vida e condições de saúde, alguns aspectos funcionais das relações sociais foram importantes para compreensão da QVRS em idosos em vulnerabilidade social.pt_BR
dc.language.isoen_USpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectAgingpt_BR
dc.subjectCross‑sectional studiespt_BR
dc.subjectSocial networkingpt_BR
dc.subjectInterpersonal relationshipspt_BR
dc.titleHealth related quality of life among elderly living in region of high vulnerability for health in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil.pt_BR
dc.title.alternativeQualidade de vida relacionada à saúde em idosos residentes em região de alta vulnerabilidade para saúde de Belo Horizonte, Minas Gerais.pt_BR
dc.typeArtigo publicado em periodicopt_BR
dc.rights.licenseTodo o conteúdo do periódico Revista Brasileira de Epidemologia, exceto onde identificado, está licenciado sob uma licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho em qualquer suporte ou formato desde que sejam citados o autor e o licenciante. Fonte: Revista Brasileira de Epidemologia <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1415-790X&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 12 jan. 2017pt_BR
dc.description.abstractenObjective: To investigate whether social relations, sociodemographic characteristics, lifestyle, and health conditions are associated with health-related quality of life (HRQOL) among elderly persons living in regions classified as high vulnerable in terms of health. Methods: A cross-sectional study conducted with a population-based random sample of 366 elderly (≥ 60 years of age) persons registered at a primary healthcare unit in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil. HRQOL was measured using the Medical Outcomes Study 12-Item Short-Form Health Survey (SF-12) and the scores obtained in the physical component score (PCS) and mental component score (MCS) were our response variables. Social relations, sociodemographic characteristics, lifestyle, and health conditions were considered our groups of explanatory variables. Multiple linear regression models were used for the analysis. Results: In the final multivariate models, we found that elevated number of diagnosis of chronic diseases, and being bedridden for the last 15 days were variables associated with worse PCS and MCS. However, lack of education, dissatisfaction with personal relationships, lack of support and help when bedridden or to go to the doctor, and to prepare meals were associated with worse HRQOL only in MCS. Participants who reported black race/color, absence of work activity, lack of physical activity, no alcohol consumption, and hospitalization in the last 12 months had worse HRQOL only in PCS. Conclusion: In addition to the aspects related to social adversity, lifestyle, and health conditions, some functional aspects of social relations were important for understanding the HRQOL in elderly persons living in social vulnerability.pt_BR
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