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Title: Petrogenesis and age of skarns associated with felsic and metamafic dykes from the Paraíba do Sul Complex, southern Espírito Santo State.
Other Titles: Petrogênese e idade de escarnitos associados a diques félsicos e metamáficos do Complexo Paraíba do Sul, sul do Espírito Santo.
Authors: Mesquita, Raissa Beloti de
Evangelista, Hanna Jordt
Queiroga, Gláucia Nascimento
Medeiros Júnior, Edgar Batista de
Dussin, Ivo Antonio
Keywords: Skarns
Petrogenesis
Paraíba do Sul Complex
Geochronology
Issue Date: 2017
Citation: MESQUITA, R. B. de et al. Petrogenesis and age of skarns associated with felsic and metamafic dykes from the Paraíba do Sul Complex, southern Espírito Santo State. Brazilian Journal of Geology, v. 47, p. 301-325, 2017. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S2317-48892017000200301&lng=es&nrm=iso>. Acesso em: 25 ago. 2017.
Abstract: This paper concerns the study of petrography, mineral chemistry and geochronology of skarns generated at the contact of marbles of the Paraíba do Sul Complex with felsic and metamafic dykes in the southern Espírito Santo State. The marbles were metamorphosed under P-T granulite facies conditions during the syn-collisional stage of the Neoproterozoic Araçuaí orogen. Metamafic bodies are composed of amphibolite and hornblende granofels, while felsic dykes consist of alkali-feldspar granite, monzogranite or syenogranite. From marble towards the dyke, skarns related to the metamafic bodies are composed of carbonate + olivine and diopside + hornblende zones. Skarn associated to the granitic dykes are composed of three different zones: carbonate + tremolite, diopside, scapolite + diopside. Variations in mineral chemical compositions along the metasomatic zones suggest introduction of Mg and Ca from the marbles, Fe from the metamafic dykes and Na from the granitoids. The presence of spinel in the metamafic dykes and their skarns indicates that both were metamorphosed under granulite facies conditions during the 580–560 Ma syn-collisional stage. U-Pb zircon geochronology (LA-ICP-MS) of an alkali-feldspar granite dyke resulted in a crystallization age of ca.540 Ma, which suggests that its skarns are therefore younger than skarns associated with the syn-collisional metamafic dykes.
metadata.dc.description.abstracten: Este trabalho apresenta o estudo de petrografia, química mineral e geocronologia de escarnitos gerados no contato de mármores do Complexo Paraíba do Sul com diques metamáficos e félsicos, no sul do Espírito Santo. Os mármores foram metamorfizados sob condições de pressão e temperatura da fácies granulito durante a fase sin-colisional do orógeno neoproterozoico Araçuaí. Os corpos metamáficos são compostos de anfibolito e hornblenda granofels, enquanto os diques félsicos consistem de álcali-feldspato granito, monzogranito ou sienogranito. Do mármore para o dique, escarnitos associados com os diques metamáficos são compostos das zonas carbonato + olivina e diopsídio + hornblenda. Escarnitos associados com os diques graníticos são compostos de três zonas mineralógicas distintas: carbonato + tremolita, diopsídio e escapolita + diopsídio. Variações na composição química mineral ao longo das zonas metassomáticas sugerem introdução de Mg e Ca dos mármores, Fe dos diques metamáficos e Na dos granitos. A presença de espinélio nos diques metamáficos e em seus escarnitos indica que ambos foram metamorfizados sob condições de fácies granulito durante o estágio sin-colisional (580–560 Ma). A geocronologia U-Pb via LA‑ICP‑MS em zircões de um dique de álcali-feldspatogranito resultou em uma idade de cristalização de ca.540 Ma, o que sugere que seus escarnitos são, portanto, mais novos que os escarnitos associados com os diques metamáficos sin-colisionais.
URI: http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/8857
metadata.dc.rights.license: Todo o conteúdo do periódico Revista Brasileira de Geociências, exceto onde identificado, está licenciado sob uma licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho em qualquer suporte ou formato desde que sejam citados o autor e o licenciante. Fonte: Revista Brasileira de Geociências <http://www.scielo.br/revistas/bjgeo/iinstruc.htm>. Acesso em: 12 jan. 2017.
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