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dc.contributor.advisorPires, Maria Rita Silvériopt_BR
dc.contributor.authorMagalhães, Ana Clara Franco de-
dc.date.accessioned2016-04-13T14:14:59Z-
dc.date.available2016-04-13T14:14:59Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationMAGALHÃES, Ana Clara Franco de. Composição, distribuição espacial e sazonal da anurofauna de córrego e lagoa em uma região montana no sudeste do Brasil. 2015. 67 f. Dissertação (Mestrado em Ecologia de Biomas Tropicais) - Instituto de Ciências Exatas e Biológicas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/6387-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Ecologia de Biomas Tropicais. Departamento de Biodiversidade, Evolução e Meio Ambiente, Instituto de Ciências Exatas e Biológicas, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractAnfíbios anuros geralmente vivem associados a ambientes úmidos, sendo muito comum o encontro destes em lagoas ao longo da estação chuvosa e quente. Contudo, existem também espécies que ocupam córregos, ou riachos de corredeira em regiões montanhosas e preferem a estação mais fria e seca do ano como período de maior atividade. O presente trabalho teve como objetivos analisar comparativamente o que define a ocupação de anfíbios anuros em lagoas e córregos. Para tanto, foi avaliado como a composição de espécies, riqueza e abundância são influenciadas pela temperatura, umidade, pluviosidade ao longo de um ano; como estes animais se distribuem espacial e temporalmente; e se ocorrem deslocamentos de indivíduos. O estudo foi realizado na Estação Ecológica do Tripuí, no município de Ouro Preto, MG, Brasil, de outubro de 2013 a setembro de 2014. Foram amostrados um trecho do córrego Tripuí e a Lagoa dos Fortes através da busca ativa. Armadilhas de funil foram instaladas nestes locais e também em uma área no interior de mata, em região de ligação entre estes ambientes. Todos os animais capturados foram marcados com elastômero. Foram encontradas 23 espécies de anuros pertencentes a oito famílias: Brachycephalidae (2), Bufonidae (2), Centrolenidae (1), Craugastoridae (1), Hylidae (13), Leptodactylidae (2), Microhylidae (1) e Odontophrynidae (1). O esforço amostral foi suficiente para registrar a maior parte das espécies. O fator abiótico determinante para a atividade dos anuros foi a temperatura, sendo que as maiores abundâncias ocorreram durante os meses mais quentes na lagoa e nos meses mais frios no córrego. A sazonalidade na ocupação do córrego foi bem marcada, sendo observada uma composição de espécies distinta entre as estações seca e chuvosa. Por outro lado, na lagoa ocorrem espécies que se reproduzem o ano todo. A análise de interações entre espécies e microambientes ocupados resultou em quatro módulos especializados: (1) espécies que ocupam os ambientes mais baixos da lagoa; (2) espécies que utilizam os microambientes mais altos da lagoa; (3) espécies que utilizam todos os microambientes do córrego e (4) exclusivamente a espécie Proceratophrys boiei, ocupando a serrapilheira da lagoa. A fauna de lagoa e a fauna de córrego foram agrupadas em módulos distintos, bem como, os diferentes estratos da lagoa, refletindo as adaptações das espécies para a ocupação desses ambientes. Essa segregação também refletiu a proximidade filogenética entre as espécies e, em menor intensidade, os seus modos reprodutivos.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectHabitatpt_BR
dc.subjectAnfibiopt_BR
dc.titleComposição, distribuição espacial e sazonal da anurofauna de córrego e lagoa em uma região montana no sudeste do Brasil.pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 07/03/2016 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.description.abstractenAnuran amphibians usually live in humid environments and are very commonly found in ponds during the hot/rainy season. However, there are also species that occupy streams in montane regions and seem to prefer the cold/dry season as the period of higher activity. The aim of this study was to compare what determines the distribution of anuran amphibians in ponds and streams. Thus, the following were evaluated: how the species’ composition, richness and abundance are influenced by temperature, humidity and rainfall over one year; how these animals are distributed in space and time; and if individuals moved between ponds and streams. The study was performed at the Estação Ecológica do Tripuí in Ouro Preto, MG, Brazil, from October 2013 to September 2014. We sampled one stretch of the Tripuí stream and the dos Fortes pond through active searching. Funnel traps were installed in these locations and also in an area inside the forest, in a region that connects these environments. All captured animals were marked with elastomer. We found 23 anuran species belonging to eight families: Brachycephalidae (2) Bufonidae (2), Centrolenidae (1), Craugastoridae (1), Hylidae (13), Leptodactylidae (2), Microhylidae (1) and Odontophrynidae (1). The sampling effort was enough to record most of the species. Temperature was the crucial abiotic factor for frogs’ activity, and the greatest abundances occurred during the warmer months at the pond and the colder months at the stream. Seasonality was well defined in the stream occupancy, and we observed a different composition of species between the dry and rainy seasons. On the other hand, there are species that breed in the pond during the entire year. The interaction network analysis between the species and occupied microhabitats resulted in four specialized modules: (1) species occupying the lower pond microhabitats; (2) species using the highest microhabitats of the pond; (3) species that use all stream microhabitats and (4) exclusively Proceratophrys boiei, occupying the leaf litter of the pond. The pond and the stream fauna were grouped into distinct modules, as well as the different pond strata, reflecting the species adaptations in occupying these environments. This segregation also reflected the phylogenetic closeness between species and, to a lesser degree, their reproductive modes.-
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