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dc.contributor.advisorPedrosa, Maria Lúciapt_BR
dc.contributor.authorLage, Nara Nunes-
dc.date.accessioned2014-08-29T16:35:07Z-
dc.date.available2014-08-29T16:35:07Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationLAGE, N. N. Avaliação do potencial antioxidante da farinha de buriti (Mauritia flexuosa) in vitro e em ratos diabéticos. 2014. 71 f. Dissertação (Mestrado em Saúde e Nutrição) - Universidade Federal de Ouro Preto, Escola de Nutrição, Ouro Preto, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/3613-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Saúde e Nutrição. Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractO Buriti (Mauritia flexuosa) é fruto do cerrado e a sua polpa possui quantidades consideráveis de carotenóides, polifenóis, ácido ascórbico e ácidos graxos mono e poli-insaturados, apresentando, assim, potencial para ser utilizado na prevenção de doenças advindas do estresse oxidativo. O diabetes mellitus (DM) é um dos mais importantes problemas de saúde pública e o desenvolvimento das suas complicações está, entre outros fatores, intimamente relacionado ao aumento do estresse oxidativo. Portanto, há grande interesse em compostos e/ou alimentos com capacidade de diminuir espécies reativas de oxigênio (ROS) nos tecido. Desse modo, o objetivo do nosso estudo consiste em investigar a capacidade antioxidante da farinha de buriti in vitro e em ratos diabéticos. A capacidade antioxidante da farinha de buriti foi determinada através do método do DPPH. A composição centesimal foi realizada segundo métodos da AOAC (1984). A quantidade de polifenóis foi determinada pelo método Folin-Ciocalteu. Para o ensaio biológico utilizaram-se 36 ratos Fisher divididos em quatro grupos: Controle (C); Controle + Buriti (CB); Diabéticos (D); Diabético + Buriti (DB). Os grupos C e CB receberam dieta padrão (AIN-93M) e os grupos D e DB receberam dieta padrão (AIN-93M) contendo 2% da farinha de buriti. O diabetes foi induzido no 1º dia do experimento por injeção intraperitoneal de estreptozotocina (STZ) 35 mg/Kg. No 25º dia do experimento os ratos foram submetidos ao Teste de Tolerância Oral à Glicose (TTOG). Após 30 dias de tratamento os animais foram anestesiados com isoflurano e eutanasiados. Foram realizadas análises séricas de metabólitos, produtos de excreção e enzimas. Analisaram-se danos oxidativos às biomoléculas através da determinação de proteína carbonilada e hidroperóxidos lipídicos no fígado, coração, pâncreas e rim. Além disso, realizaram-se análises histológicas do fígado, coração e pâncreas utilizando a coloração Hematoxilina e Eosina (H&E). Os resultados foram analisados por ANOVA one way ou Teste T e Kruskal Wallis ou Mann-Whitney considerando significativos quando p <0,05. A composição centesimal demonstrou que farinha de buriti possui elevadas quantidades de lipídios totais e fibra insolúvel. Além disso, apresentou uma concentração de polifenóis de 444,28 ± 14,76 mg EAG/100g. No ensaio in vitro ela exibiu uma alta capacidade de neutralização do radical DPPH. Já no experimento in vivo iniciamos observando, no TTOG, que os grupos D e DB apresentaram níveis maiores de glicose em todos os tempos comparados aos grupos C e CB. Encontramos, no soro, níveis elevados de AST, ALT, uréia e níveis reduzidos de albumina, proteínas totais, colesterol total e triacilgliceróis nos grupos D e DB. Com relação aos biomarcadores do estresse oxidativo, a farinha de buriti reduziu, nos ratos diabéticos, os níveis de TBARS no coração e no rim, e os níveis de proteínas carboniladas no fígado e no coração. No exame histopatológico não observamos alterações em nenhum dos tecidos analisados. Portanto, concluímos que a farinha de buriti apresentou um elevado conteúdo de polifenóis totais e uma capacidade antioxidante in vitro. Já in vivo, observamos que a suplementação com farinha de buriti promoveu uma redução dos biomarcadores do estresse oxidativo TBARS e/ou proteína carbonilada no fígado, coração e rim. Porém, não foi evidenciada nenhuma alteração a nível celular.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectBuritipt_BR
dc.subjectAlimentos funcionaispt_BR
dc.subjectDiabetespt_BR
dc.subjectStress - fisiologiapt_BR
dc.titleAvaliação do potencial antioxidante da farinha de buriti (Mauritia flexuosa) in vitro e em ratos diabéticos.pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo autor, 28/08/2014, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 3.0, que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que seja citado o autor e licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação desta.pt_BR
dc.description.abstractenThe Buriti (Mauritia flexuosa) is the result of the Cerrado and its pulp has considerable amounts of carotenoids, polyphenols, ascorbic acid and fatty acid mono and poly-unsaturated, thus presenting the potential to be used to prevent diseases from oxidative stress. Diabetes mellitus (DM) is one of the most important public health problems and the development of its complications is, among other factors, closely related to increased oxidative stress. Therefore, there is great interest in compounds and/or foods with ability to decrease reactive oxygen species (ROS) in tissue. Thus, the aim of our study is to investigate the antioxidant capacity of Buriti flour in vitro and in diabetic rats. The antioxidant capacity of Buriti flour was determined by the DPPH method. The chemical composition was performed according to AOAC (1984). The amount of polyphenols was determined by Folin-Ciocalteu method. For the biological assay we used 36 Fisher rats divided into four groups: Control (C), control + Buriti (CB); Diabetics (D) Diabetic + Buriti (DB). C and CB groups received standard diet (AIN-93M) and D and DB groups received standard diet (AIN-93M) containing 2% of Buriti flour. Diabetes was induced on day 1 of the experiment by intraperitoneal injection of streptozotocin (STZ) 35 mg / kg. On the 25th day of the experiment the rats were submitted to the Oral Glucose Tolerance Test (OGTT). After 30 days of treatment the animals were anesthetized with isoflurane and euthanized. Analysis of serum metabolites, waste products and enzymes were performed. We analyzed oxidative damage to biomolecules by measuring protein carbonyl and lipid hydroperoxides in the liver, heart, pancreas and kidney. Furthermore, histological analyzes were performed liver, heart and pancreas using hematoxylin and eosin (H&E) staining. The results were analyzed by one-way ANOVA or t test and Kruskal Wallis or Mann-Whitney considering significant when p < 0.05. The centesimal composition showed that buriti flour has high amounts of total lipids and insoluble fiber. Furthermore, submitted a concentration of polyphenols 444.28 ± 14.76 mg EAG/100g. In vitro assay it exhibited a high neutralizing capacity DPPH. In the in vivo experiment we observe initially that the D and DB groups had higher glucose levels at all times compared to groups C and CB (OGTT). Found in serum increased levels of AST, ALT, urea and reduced levels of albumin, total protein, total cholesterol and triglycerides in groups D and DB. With respect to biomarkers of oxidative stress, buriti flour reduced in diabetic rats, levels of TBARS in the heart and kidney, and levels of protein carbonyls in liver and heart. In histopathological examination did not observe changes in any of the tissues analyzed. Therefore, we conclude that the buriti flour showed a high content of total polyphenols and antioxidant capacity in vitro. Already in vivo, we observed that supplementation with buriti flour promoted a reduction in biomarkers of oxidative stress TBARS and/or protein carbonyl in the liver, heart and kidney. However, was not made any changes at the cellular level. Already in vivo, we observed that supplementation with Buriti flour promoted a reduction in biomarkers of oxidative stress TBARS and/or protein carbonyl in the liver, heart and kidney. However, was not made any changes at the cellular level.-
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