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dc.contributor.authorMoreira, Alexandra Dias-
dc.contributor.authorGomes, Crizian Saar-
dc.contributor.authorMachado, Ísis Eloah-
dc.contributor.authorMalta, Deborah Carvalho-
dc.contributor.authorMendes, Mariana Santos Felisbino-
dc.date.accessioned2023-03-31T20:44:50Z-
dc.date.available2023-03-31T20:44:50Z-
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.citationMOREIRA, A. D. et al. Saúde cardiovascular e validação do escore autorreferido no Brasil: uma análise da Pesquisa Nacional de Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 25, n. 1, p. 4259-4268, 2020. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/csc/a/sD53xW5sL4fDdks4cjPMh7m/?lang=pt>. Acesso em: 11 out. 2022.pt_BR
dc.identifier.issn1678-4561-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/16467-
dc.description.abstractO objetivo deste artigo é estimar a prevalência de saúde cardiovascular e a validade do escore autorreferido na população brasileira. Estudo transversal, metodológico, com 8.943 indivíduos adultos e dados laboratoriais da Pesquisa Nacional de Saúde 2013. Escores utilizados: comportamental (índice de massa corporal, tabagismo, dieta, atividade física, ideal se ≥ 3 fatores ideais), biológico (tabagismo, dislipidemia, hipertensão e diabetes, ideal se ≥ 3 fatores ideais) e saúde cardiovascular (todos os fatores, ideal se ≥ 4 fatores ideais). Estimaram-se prevalências dos escores e análises de sensibilidade e especificidade dos escores autorreferidos, considerando padrão -ouro os escores com variáveis aferidas. Apresentaram valores ideais para o escore de saúde cardiovascular 56,7% dos indivíduos aferidos. Para o escore biológico autorreferido, a sensibilidade foi de 92% e a especificidade 30%. Para o comportamental autorreferido, a sensibilidade e a especificidade foram, respectivamente, 90,6% e 97,2%. O escore de saúde cardiovascular autorreferido teve sensibilidade 92,4% e especificidade 48,5%. Pouco mais da metade da população apresentou escore de saúde cardiovascular ideal. O escore autorreferido apresentou boa sensibilidade e menores proporções de especificidade.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectEstudo de validaçãopt_BR
dc.subjectDoenças cardiovascularespt_BR
dc.subjectAutorrelatopt_BR
dc.subjectInquéritos e questionáriospt_BR
dc.titleSaúde cardiovascular e validação do escore autorreferido no Brasil : uma análise da Pesquisa Nacional de Saúde.pt_BR
dc.title.alternativeCardiovascular health and validation of the self-reported score in Brazil : analysis of the National Health Survey.pt_BR
dc.typeArtigo publicado em periodicopt_BR
dc.rights.licenseThis is an open access article distributed under the terms of the Creative Commons license. Fonte: o PDF do artigo.pt_BR
dc.description.abstractenThis paper aims to estimate the prevalence of cardiovascular health and the validity of the Brazilian population’s self-reported score. This is a cross-sectional, methodological study with 8,943 individual adults and laboratory data from the 2013 National Health Survey. We employed behavioral (body mass index, tobacco use, diet, physical activity, ideal if ≥ 3 ideal factors), biological (tobacco use, dyslipidemia, hypertension, and diabetes, ideal if ≥ 3 ideal factors), and cardiovascular health scores (all factors, ideal if ≥ 4 ideal factors). Prevalence of sensitivity and specificity scores and analyses of the self-reported scores were estimated, considering the scores with measured variables as the gold standard. Approximately 56.7% of individuals had ideal values for the measured cardiovascular health score. Sensitivity was 92% and specificity 30% for the self-reported biological score. Sensitivity and specificity scores were, respectively, 90.6% and 97.2% for self-reported behavior. The self-reported cardiovascular health score had a sensitivity of 92.4% and specificity of 48.5%. A little over half of the population had an ideal cardiovascular health score. The self-reported score showed good sensitivity and lower proportions of specificity.pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1413-812320202511.31442020pt_BR
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