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dc.contributor.authorNagem, Samanta Esteves-
dc.contributor.authorGama, Mônica Fernanda Rodrigues-
dc.date.accessioned2022-04-04T15:21:07Z-
dc.date.available2022-04-04T15:21:07Z-
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.citationNAGEM, S. E.; GAMA, M. F. R. Entre o neutro e o grau zero da escrita e o neutro: a utopia da linguagem em Roland Barthes. Revista Letras Raras, v. 9, n. 1, p. 9-31, 2020. Disponível em: <http://revistas.ufcg.edu.br/ch/index.php/RLR/article/view/1608>. Acesso em: 25 ago. 2021.pt_BR
dc.identifier.issn2317-2347-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/14823-
dc.description.abstractO presente artigo tem como objetivo discutir a concepção da utopia de linguagem em Roland Barthes, bem como sua relação com a noção de Grau zero e Neutro, noções que fazem referência a fenômenos linguísticos que rompem com a estrutura paradigmática e binária da língua. Para tanto, a reflexão sobre a utopia da linguagem em Roland Barthes busca compreender em que medida o autor francês entende forma como valor, vinculando a seu projeto estético uma dimensão ética e política. Nesse percurso, discute-se como Barthes compreende a utopia da linguagem enquanto possibilidade de resistência ao caráter fascista da língua em O grau zero da escrita, O prazer do texto, O rumor da língua, O neutro e Aula. Além disso, comenta-se as relações de sentido possíveis feitas entre O grau zero da escritura e O neutro à luz de comentadores da obra barthesiana que estudam a concepção de linguagem proposta por Barthes, a saber: Jean-Claude Milner, Bernard Comment, Rodrigo Fontanari e Leda Tenório da Mota.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectFormapt_BR
dc.subjectFormpt_BR
dc.titleEntre o neutro e o grau zero da escrita e o neutro : a utopia da linguagem em Roland Barthes.pt_BR
dc.title.alternativeBetween writing degree zero and the neutral : Roland Barthes utopia of language.pt_BR
dc.typeArtigo publicado em periodicopt_BR
dc.rights.licenseTodo o conteúdo da RLR está sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional. Fonte: o PDF do artigo.pt_BR
dc.description.abstractenThis article aims to discuss the conception of language utopia in Roland Barthes, as well as its relationship with the notion of Degree zero and Neutral, notions that refer to linguistic phenomena that break with the paradigmatic and binary structure of language. Therefore, the reflection on the utopia of language in Roland Barthes seeks to understand to what extent the French author understands form as value, linking an ethical and political dimension to his aesthetic project. In this way, we discuss how Barthes understands the utopia of language as a possibility of resistance to the fascist character of language in The Zero Degree of Writing, The Pleasure of Text, The Rumor of Language, The Neutral and Lesson. In addition, the possible relations of meaning made between The Zero Degree of Scripture and The Neutral in the light of commentators of the Barthesian work that study the conception of language proposed by Barthes are commented: Jean-Claude Milner, Bernard Comment, Rodrigo Fontanari and Leda Tenório da Mota.pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.35572/rlr.v1i9.1608pt_BR
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