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dc.contributor.authorGalery, Maria Clara Versiani-
dc.date.accessioned2022-04-04T15:07:52Z-
dc.date.available2022-04-04T15:07:52Z-
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.citationGALERY, M. C. V. Hijacked by History: The Merchant of Venice, George Tabori and the Memory of the Holocaust. Aletria, Belo Horizonte, v. 30, n. 2, p. 59-78, 2020. Disponível em: <https://periodicos.ufmg.br/index.php/aletria/article/view/21947>. Acesso em: 25 ago. 2021.pt_BR
dc.identifier.issn2317-2096-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/14821-
dc.description.abstractThis article considers Shakespeare’s The Merchant of Venice as a work singularly transformed by the events of the Holocaust, in such a way that stagings of the play are often turned into pretexts for remembrance. It discusses the play as an archive of trauma, and reflects on whether it may provide testimony for the atrocities committed during the war. To this end, the article provides an inquiry into different perspectives of trauma and its representation, relying on Giorgio Agamben’s explorations of the aporia of bearing testimony, and on Shoshana Felman’s notion of testimony as a performative speech act. Finally, this work looks at three different adaptations of Shakespeare’s play in the second half of the 20th century by George Tabori (1914-2007), a Jewish Hungarian playwright and director.pt_BR
dc.language.isoen_USpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectShakespearept_BR
dc.titleHijacked by History : The Merchant of Venice, George Tabori and the Memory of the Holocaust.pt_BR
dc.title.alternativeSequestrados pela história : O mercador de Veneza, George Tabori e a memória do Holocausto.pt_BR
dc.typeArtigo publicado em periodicopt_BR
dc.rights.licenseEste artigo está sob uma Licença Creative Commons que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Fonte: o PDF do artigo.pt_BR
dc.description.abstractenO artigo considera O mercador de Veneza, de Shakespeare, uma obra singularmente transformada pelos eventos do Holocausto, sendo frequentes as encenações em que ela se torna pretexto para recordar aqueles acontecimentos. Discutese a peça como arquivo de trauma, para refletir sobre sua possibilidade de testemunhar as atrocidades cometidas na guerra. Para esse fim, examinam-se perspectivas variadas do conceito de trauma e suas representações, apoiando-se nas incursões de Giorgio Agamben pela aporia do testemunho. Vale-se, além disso, da noção de testemunho como um ato performativo de fala, segundo as ideias de Shoshana Felman. Finalmente, o artigo examina três adaptações distintas da peça, realizadas na segunda metade do século XX por George Tabori (1914-2007), dramaturgo e diretor judeu húngaro.pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.35699/2317-2096.2020.21947pt_BR
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