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dc.contributor.authorSavassi, Leonardo Cançado Monteiro-
dc.contributor.authorReis, Gustavo Valadares Labanca-
dc.contributor.authorDias, Mariana Borges-
dc.contributor.authorVilela, Lidiane de Oliveira-
dc.contributor.authorRibeiro, Marco Túlio Aguiar Mourão-
dc.contributor.authorZachi, Mara Lúcia Renostro-
dc.contributor.authorNunes, Mônica Regina Prado de Toledo Macedo-
dc.date.accessioned2021-12-09T16:28:33Z-
dc.date.available2021-12-09T16:28:33Z-
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.citationSAVASSI, L. C. M. et al. Recomendações para a atenção domiciliar em período de pandemia por COVID-19: recomendações conjuntas do GT Atenção Domiciliar SBMFC e da ABRASAD. Revista Brasileira de Medicina da Família e Comunidade, Rio de Janeiro, v. 15, n. 42, artigo 2611, jan. 2020. Disponível em: <https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/2611>. Acesso em: 10 jun. 2021.pt_BR
dc.identifier.issn2179-7994-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/14146-
dc.description.abstractA pandemia da COVID-19 trouxe como uma de suas consequências a necessidade de reorganização dos sistemas de saúde. A Atenção Domiciliar (AD) se apresenta como opção para: interromper a transmissão; identificação precoce e cuidado de pacientes infectados; possibilidade de alta precoce e continuidade do cuidado fora do hospital; além da orientação aos familiares. Este artigo apresenta as possibilidades de cuidados no domicílio pelas equipes de Atenção Primária à Saúde (APS) e de AD e os cuidados necessários que estas equipes devem ter ao realizar seu trabalho. É necessário manter pessoas seguras em casa, evitar a exposição ao risco, manter o papel de vigilância e cuidado das que dependem da AD, e as equipes devem reorganizar o processo de trabalho para um cuidado domiciliar efetivo. Na APS o cuidado remoto parece ser uma alternativa viável pelos agentes de saúde para o monitoramento, orientação e seguimento dos pacientes, deixando a visita domiciliar com a equipe para aqueles casos indicados. AD na suspeita ou confirmação da COVID-19 é possível, desde que a equipe esteja treinada, disponha de todos os Equipamentos de Proteção Individuais (EPI) necessários e o ambiente domiciliar compatível. Deve-se garantir continuidade do cuidado para pessoas com doenças crônicas durante a pandemia necessitam, sendo possível equacionar ferramentas da telemedicina e cuidado presencial caso a caso. Para os pacientes que foram hospitalizados e evoluíram satisfatoriamente é possível avaliar a continuidade do cuidado no domicílio sob acompanhamento da APS e AD. Devem ser instituídas medidas de precauções para a equipe e pacientes, garantindo que todos os profissionais sejam capacitados para uso de EPI, além de orientações para prevenção da transmissão de agentes infecciosos no domicílio. AD é essencial para acesso a pessoas com condições agudas, descompensação de doenças crônicas, tendo o desafio da organização do serviço utilizando a telessaúde e cuidados domiciliares de forma racional.pt_BR
dc.language.isoen_USpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectServiços de assistência domiciliarpt_BR
dc.subjectAtenção primária à saúdept_BR
dc.subjectHome care servicespt_BR
dc.subjectPrimary health carept_BR
dc.titleRecomendações para a atenção domiciliar em período de pandemia por COVID-19 : recomendações conjuntas do GT Atenção Domiciliar SBMFC e da ABRASAD.pt_BR
dc.title.alternativeRecommendations for home care in COVID-19 pandemic period : joint recommendations - SBMFC Home Care Working Group and ABRASAD.pt_BR
dc.typeArtigo publicado em periodicopt_BR
dc.rights.licenseThis is an open-access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License. Fonte: o PDF do artigo.pt_BR
dc.description.abstractenOne of the consequences of the covid-19 pandemic was the necessity to reorganize health systems. Home care (HC) may be an option to interrupt transmission; early identification and care of infected patients; possibilities of early discharge and continuity of care outside the hospital; and family members guidance. This article aims to present possibilities of care at home by the Primary Health Care (PHC) and HC teams and the necessary care that these teams must have when carrying out their work. It is necessary to keep people safe at home, avoid risk exposure, maintain surveillance and care for those who depend on HC, and teams must reorganize the work process to an effective home care. In PHC, remote care seems to be a viable alternative for health personal to monitor, guide and follow up patients, leaving home visits with the team for those cases indicated. AD in the suspicion or confirmation of COVID-19 is possible, as long as the team is trained, has all the necessary Personal Protection Equipment (PPE) and the compatible home environment. Continuity of care should be ensured for people with chronic diseases during the pandemic, making it possible to consider telemedicine tools and face-to-face care on a case-by-case basis. For patients who have been hospitalized and progressed satisfactorily, it is possible to assess the continuity of care at home by PHC and HC monitoring. Precautionary measures must be put in place for staff and patients, ensuring that all professionals are trained in the PPE uses, in addition to guidelines for preventing infectious agent’s transmission at home. HC is essential for access to people with acute conditions, decompensation of chronic diseases, with the challenge of organizing the service using telehealth and HC in a rational way.pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5712/rbmfc15(42)2611pt_BR
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