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dc.contributor.advisorCavalcante, Alex Beigui de Paivapt_BR
dc.contributor.authorCruz, Thaís Alessandra Martins da-
dc.date.accessioned2021-01-29T13:49:16Z-
dc.date.available2021-01-29T13:49:16Z-
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.citationCRUZ, Thaís Alessandra Martins da. Palavra (per)formada: corpos diaspóricos e diferenciados na criação cênica contemporânea. 2020. 118 f. Dissertação (Mestrado em Artes Cênicas) – Instituto de Filosofia, Artes e Cultura, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/13065-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Artes Cênicas. Instituto de Filosofia, Artes e Cultura, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractA presente dissertação tem como principal objetivo investigar a intuição como um dispositivo de criação para a (per)formance. Dispositivo esse que perpassa pela metodologia etnográfica de Sylvie Fortin e Pierre Gosselin (2014), os quais atribuem a tese-criação como característica principal dessa metodologia, intercruzando teoria à prática. Para isso, são desenvolvidas discussões por meio de uma linguagem decolonial, que trago junto aos conceitos de racismo estrutural, não lugar, miscigenação, afro-brasileira/o, e procuro demonstrar como isso afeta minha identidade e minha arte e “transborda” também pela minha escrita. As discussões sobre o cor/po negro e a cena e sobre como ambos atravessam a performance contemporânea e atravessam também a corpoeticidade, que amplia a maneira de se produzir poesia; conceituados a partir da influência do TEN (Teatro Experimental do Negro) e as possibilidades que esse corpo negro oferece na cena contemporânea – corponegritude, corpoeticidade, negritude, não lugar e o conceito de afro-brasileiro. A análise de todo esse contexto percorre também pela trajetória do sarau até a palavra (per)formada e pela explanação da transição do happening para a performance. Além disso, abarca a cena contemporânea da performance – poesia marginal dos saraus, o hip-hop, o slam até a palavra (per)formada. Junto a essa discussão teórica, encontrei mais um caminho para compreender a intuição como um dispositivo de criação: a oficina de palavra (per)formada realizada no CAPS II (Centro de Atenção Psicossocial) em apoio à saúde mental, em Ouro Preto, MG.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectPerformancept_BR
dc.subjectSubjetividade na artept_BR
dc.subjectPoesia - escritores negrospt_BR
dc.subjectRecitaçõespt_BR
dc.subjectNegros na artept_BR
dc.titlePalavra (per)formada : corpos diaspóricos e diferenciados na criação cênica contemporânea.pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 11/12/2020 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeCavalcante, Alex Beigui de Paivapt_BR
dc.contributor.refereePinto, Davi de Oliveirapt_BR
dc.contributor.refereeGasperi, Marcelo Eduardo Rocco dept_BR
dc.description.abstractenThis dissertation has as main objective to investigate intuition as a creation device for (per)formance. This device runs through the ethnographic methodology of Sylvie Fortin and Pierre Gosselin (2014), who attribute the thesis-creation as the main characteristic of this methodology, crossing theory with practice. For that, discussions are developed through a decolonial language, which I bring along with the concepts of structural racism, not place, miscegenation, afro-Brazilian, and I try to demonstrate how it affects my identity and my art and “overflows” also through my writing. Discussions about the black bo/dy and the scene and about how both go through contemporary performance and also go through corpoeticidade, which expands the way of producing poetry; conceptualized based on the influence of TEN (Teatro Experimental do Negro) and the possibilities that this black bo/dy offers in the contemporary scene - corponegritude, blackness, not place and the concept of afro-brazilian. The analysis of this entire context also goes through the trajectory of the soiree until the word (per) formed and the explanation of the transition from happening to performance. In addition, it covers the contemporary performance scene - marginal poetry from soirées, hip-hop, the slam to the word (per)formed. Along with this theoretical discussion, I found another way to understand intuition as a creative device: the (per) formed word workshop held at CAPS II (Psychosocial Care Center) in support of mental health, in Ouro Preto, MG.pt_BR
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