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dc.contributor.advisorAraújo, Valdei Lopes dept_BR
dc.contributor.authorRodrigues, Thamara de Oliveira-
dc.date.accessioned2020-10-01T16:41:44Z-
dc.date.available2020-10-01T16:41:44Z-
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.citationRODRIGUES, Thamara de Oliveira. Sobre a impossibilidade da reconciliação: Abreu e Lima e a negação do passado nacional. 175 f. 2019. Tese (Doutorado em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/12790-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em História. Departamento de História, Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractEsta tese investigou a construção social da temporalidade no Império a partir das contribuições historiográficas de José Inácio da Abreu e Lima. O general e escritor, considerado um dos principais intérpretes do Brasil da primeira metade do século XIX, protagonizou uma série de debates em um contexto no qual disputavam-se os primeiros protocolos institucionais para a escrita de uma história nacional. As expectativas que remetiam à construção do “Brasil” como país passavam pela mediação da “distância histórica” em relação às heranças lusitanas, ameríndias e africanas por meio da narrativa histórica. Embora as obras do autor sejam atravessadas por diferentes direcionamentos políticos – oscilando, por exemplo, entre certo “realismo-conservador” na década de 1830, certo ímpeto revolucionário na década de 1840 e protagonizando uma leitura do socialismo nos anos 1850 – encontra-se nelas uma ênfase significativa e crítica no que tange à experiência colonial. Este passado assume, em seus textos, a forma de um passado-presente que teria impedido a projeção de futuros “bem-delimitados” e “ideais”. Essa performance discursiva lhe causou certa negação por seus pares, sobretudo, aqueles ligados ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), como foi o caso de Francisco Adolpho de Varnhagen. Acompanhamos nesta tese algumas dessas tensões e como elas repercutiram na definição do cânone historiográfico oitocentista, colocando em disputa e em evidência, portanto, formas de escrita, conteúdos e imaginários próprios a nossa história que se tornaram caros a tradições historiográficas brasileiras.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectHistoriografiapt_BR
dc.subjectBrasil - história - Impériopt_BR
dc.subjectJosé Inácio de Abreu e Limapt_BR
dc.titleSobre a impossibilidade da reconciliação : Abreu e Lima e a negação do passado nacional.pt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 25/09/2020 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeAraújo, Valdei Lopes dept_BR
dc.contributor.refereePereira, Luisa Rauterpt_BR
dc.contributor.refereeGaio, Géssica Góes Guimarãespt_BR
dc.contributor.refereeBentivoglio, Julio Cesarpt_BR
dc.contributor.refereeCezar, Temístocles Américo Corrêapt_BR
dc.description.abstractenThis thesis investigated the social construction of temporality in the Brazil Empire based on the historiographic contributions of José Inácio da Abreu e Lima. The general and writer, considered one of the main interpreters of Brazil in the first half of the 19th century, led a series of debates in a context in which the first institutional protocols for the writing of a national history were disputed. The expectations that referred to the construction of “Brazil” as a country were based on the mediation of “historical distance” in relation to Portuguese, Amerindian and African heritage through the historical narrative. Although the author's works are crossed by different political directions – oscillating, for example, between a certain “conservative realism” in the 1830s, a certain revolutionary momentum in the 1840s and leading a reading of socialism in the 1850s – there is a significant and critical emphasis on them regarding the colonial experience. This past takes, in its texts, the form of a past-present that would have prevented the projection of “well-defined” and “ideal” futures. This discursive performance caused him some denial by his peers, especially those linked to the Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), as was the case with Francisco Adolpho de Varnhagen. We follow in this thesis some of these tensions and how they impacted the definition of the 19th century historiographic canon, putting in dispute and in evidence, therefore, forms of writing, content and imagery specific to our history that have become central to Brazilian historiographic traditions.pt_BR
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