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dc.contributor.advisorSilva, Marcelo Eustáquiopt_BR
dc.contributor.advisorOliveira, Lenice Kappes Beckerpt_BR
dc.contributor.authorAraújo, Rafael Ribeiro Soares-
dc.date.accessioned2020-09-02T18:30:00Z-
dc.date.available2020-09-02T18:30:00Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationARAÚJO, Rafael Ribeiro Soares. Avaliação da composição química, da qualidade nutricional biológica da proteína da farinha do grilo preto (Gryllus assimilis) e das suplementações com metionina e farelo de trigo. 2019. 93 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas) - Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/12679-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicas. Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas, Pró-Reitoria de Pesquisa de Pós Graduação, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractOs insetos comestíveis podem ser apontados como uma alternativa eficiente para suprir a demanda por alimentos com alto conteúdo proteico e de produção sustentável, podendo ser incorporado pela indústria alimentícia no desenvolvimento de novos produtos. Este estudo teve como objetivo avaliar a qualidade química e biológica da farinha do grilo preto (Gryllus assimilis) suplementado com metionina e farelo de trigo através da análise de parâmetros nutricionais e bioquímicos provenientes de ensaio com animais jovens. Neste estudo foram feitos dois delineamentos, sendo que no primeiro os animais foram divididos em cinco grupos com oito animais: controle, aproteico, farinha do grilo (GA), farinha do grilo suplementada com o primeiro aminoácido limitante - metinonina (GAM), farinha do grilo suplementada com farelo de trigo (GAF). A dieta aproteica era isenta de proteínas e as demais dietas apresentavam um teor de 10% de proteínas e diferiram quanto à fonte proteica (caseína na dieta controle ou farinha do grilo preto). Esse experimento teve duração de 14 dias. No segundo delineamento utilizou-se 32 animais que foram acompanhados por 28 dias, a divisão dos grupos experimentais foi mantida, exceto o grupo dieta aproteica que foi excluído. Durante os experimentos foram feitas a avaliação do consumo alimentar, a coleta de fezes e a mensuração do peso dos animais. Ao final dos experimentos, os animais foram anestesiados, eutanasiados e foi realizada a coleta do sangue e dos órgãos. Os resultados mostraram que, em relação à composição centesimal, os nutrientes de maior concentração na farinha do grilo preto foram as proteínas (63,12%), seguida dos lipídeos (26,51%). O aminoácido essencial mais deficiente na farinha foi a metionina, apresentando um escore químico de 56,40%. Em relação aos métodos biológicos de determinação da qualidade proteica, o coeficiente de utilização proteica (CUP) do grupo controle foi significativamente superior aos demais grupos. Cabe destacar, que o grupo GAM, que foi suplementado com metionina, foi estatisticamente superior ao grupo que recebeu a dieta GA, com um aumento de aproximadamente 207,69%, e quando suplementada com o farelo de trigo, a melhora foi de aproximadamente 86,54%. Para os demais índices, a Razão Protéica Líquida (RPL), não houve diferença entre o controle e GAM (suplementada com metionina). Na Digestibilidade Verdadeira (DV), a adição de metionina (94,78%) melhorou esse índice em relação à dieta contendo apenas a farinha do grilo (90,42%). Balanço Nitrogenado Aparente (BNap) e Utilização Proteica Líquida (UPL) não mostraram diferenças entre o controle e GAM. Os resultados mostraram que a farinha do grilo preto é uma boa fonte de proteínas, porém de baixa qualidade. Há uma melhora significativa a partir das suplementações com metionina e farelo de trigo. Nos parâmetros bioquímicos, chamam atenção os valores superiores para ALT e AST na dieta suplementada com farelo de trigo, podendo estar relacionados a agrotóxicos provenientes do farelo de trigo.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectAminoácidospt_BR
dc.subjectGrilospt_BR
dc.subjectDieta de alto teor proteicopt_BR
dc.titleAvaliação da composição química, da qualidade nutricional biológica da proteína da farinha do grilo preto (Gryllus assimilis) e das suplementações com metionina e farelo de trigo.pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 15/08/2019 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeSilva, Marcelo Eustáquiopt_BR
dc.contributor.refereeOliveira, Lenice Kappes Beckerpt_BR
dc.contributor.refereeGuerra, Joyce Ferreira da Costapt_BR
dc.contributor.refereeIsoldi, Mauro Césarpt_BR
dc.description.abstractenEdible insects can be identified as an efficient alternative to meet a demand for foods with high protein content and sustainable production, thus the food industry not developing new products. This study aimed to evaluate the chemical and biological quality of black cricket flour (Gryllus assimilis) supplemented with methionine and wheat bran through the analysis of nutritional and biochemical parameters from the test with young animals. In this study, two experimental designs were carried out, in which the animals were divided in five groups with eight animals: control, aproteic, cricket flour (GA), cricket flour supplemented with the first limiting amino acid - methiononine (GAM), cricket flour supplemented with wheat bran (GAF). The aproteic diet was protein-free and diets were one by one 10% protein and different for a protein (casein in the control diet or black cricket flour). This experiment lasted 14 days. In the second design, 32 animals were used, which were followed for 28 days. The experimental group division was maintained, except for the aproteic group that was excluded. During the experiments, food consumption, fecal collection and weight measurements were performed. At the end of the experiments, the animals were anesthetized, euthanized and blood and organs were collected. The results showed that, in relation to the centesimal composition, the nutrients with the highest concentrations of black cricket flour were proteins (63,12%), followed by lipids (26,51%). The most deficient essential amino acid in the flour was methionine, presenting a chemical score of 56,40%. In relation to the biological methods of determining the protein quality, the coefficient of protein utilization (CUP) of the control group was significantly higher than the other groups. It should be noted that the GAM group, which was supplemented with methionine, was statistically superior to the group that received the GA diet, with an increase of approximately 207,69%, and when supplemented with wheat bran, the improvement was approximately 86,54%. For the other indexes, the Net Protein Ratio (RPL), there was no difference between the control and GAM (supplemented with methionine). In True Digestibility (DV), the addition of methionine (94,78%) improved this index in relation to the diet containing only cricket flour (90,42%). Apparent Nitrogenated Balance (BNap) and Net Protein Utilization (UPL) showed no differences between control and GAM. The results showed that black cricket flour is a good source of protein, but of poor quality. There is a significant improvement from supplements with methionine and wheat bran. In the biochemical parameters, the higher values for ALT and AST in the diet supplemented with wheat bran call for attention, being able to be related to the pesticides coming from wheat bran.pt_BR
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