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dc.contributor.authorGalery, Maria Clara Versiani-
dc.date.accessioned2020-08-26T18:20:20Z-
dc.date.available2020-08-26T18:20:20Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationGALERY, M. C. V. Na cidade historiada: justiça e outros conflitos em O Mercador de Veneza, de William Shakespeare. Diálogos, v. 23, n. 2, p. 19-31, jun. 2019. Disponível em: <http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/Dialogos/article/view/46170>. Acesso em: 03 jul. 2020.pt_BR
dc.identifier.issn2177-2940-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/12658-
dc.description.abstractNa época em que Shakespeare escolheu Veneza para cenário de Otelo e O Mercador de Veneza, a cidade-república correspondia aos ideais renascentistas de liberdade e estabilidade. Descobertas no âmbito da geografia e da astronomia exigiam uma reavaliação do lugar ocupado por mulheres e homens na nova concepção do universo. Este ensaio pretende refletir sobre a Veneza mítica do imaginário shakespeariano, uma paisagem simbólica, menos física e concreta que ideológica. Nesse sentido, o trabalho recorre ao conceito foucaultiano de heterotopia para ilustrar como, na representação da cidade, se projetavam os anseios de uma época. Aqui, a jurisprudência é de importância central.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectRenascimentopt_BR
dc.subjectHeterotopiapt_BR
dc.subjectJurisprudênciapt_BR
dc.titleNa cidade historiada : justiça e outros conflitos em O Mercador de Veneza, de William Shakespeare.pt_BR
dc.typeArtigo publicado em periodicopt_BR
dc.rights.licenseO periódico Diálogos permite o depósito da versão pós-print de um artigo. Permite remixagem, adaptação e nova criação a partir da obra para fins não comerciais, desde que seja atribuído o crédito ao autor (CC BY-NC). Fonte: Diadorim <https://diadorim.ibict.br/handle/1/118>. Acesso em: 25 ago. 2020.pt_BR
dc.description.abstractenWhen Shakespeare chose Venice as the location for Othello and The Merchant of Venice, the republic corresponded to Renaissance ideals of freedom and stability. Discoveries in the realm of geography and astronomy required a re-evaluation of the place occupied by women and men in the new conception of the universe. This essay intends to discuss the mythical Venice of Shakespeare’s imagination, a symbolic landscape, less physical and concrete than ideological. In this sense, this paper turns to Foucault’s concept of heterotopia to illustrate how the anxieties of an epoch were projected in the representation of the city. Here, jurisprudence is of central importance.pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.4025/dialogos.v23i2.46170pt_BR
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