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dc.contributor.advisorCarraro, Júlia Cristina Cardosopt_BR
dc.contributor.advisorMendonça, Raquel de Deuspt_BR
dc.contributor.authorOliveira, Fátima Costa de-
dc.date.accessioned2020-08-26T14:45:14Z-
dc.date.available2020-08-26T14:45:14Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Fátima Costa de. Associação de componentes dietéticos com a prevalência de depressão em egressos universitários (Projeto CUME). 2020. 95 f. Dissertação (Mestrado em Saúde e Nutrição) - Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto, Escola de Nutrição, Ouro Preto, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/12646-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Saúde e Nutrição. Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractA depressão é um importante problema de saúde pública e sua associação com a nutrição tem sido amplamente discutida. Pouco se sabe a respeito do impacto do hábito alimentar brasileiro sobre a prevalência de transtornos depressivos. Evidências científicas demonstram que alimentos atuam na modulação da microbiota intestinal e da inflamação. Uma vez que estes mecanismos estão associados à depressão, espera-se que tais alimentos possam estar indiretamente associados à prevalência de depressão. Dessa forma, entender a relação entre hábitos alimentares e depressão pode auxiliar no tratamento e controle dessa enfermidade. O objetivo deste estudo foi avaliar a associação de componentes dietéticos com a prevalência de depressão na linha de base da Coorte de Universidades Mineiras (CUME). Trata-se de estudo transversal com egressos graduados ou pós-graduados em universidades do estado de Minas Gerais: Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal de Viçosa, Universidade Federal de Ouro Preto, Universidade Federal de Lavras e Universidade Federal de Juiz de Fora. Foram utilizados dados da linha de base (março a agosto de 2016 e abril a agosto de 2018) da coorte, por meio de um questionário autopreenchido em ambiente virtual. O diagnóstico de depressão foi autorrelatado e o consumo de componentes dietéticos a serem avaliados em relação à depressão se baseou na possibilidade de ação sobre a composição da microbiota intestinal e os processos inflamatórios, sendo estes estimados por meio de um questionário de frequência de consumo alimentar. A prevalência de depressão entre os participantes foi de 12,37%. A média de idade foi maior em indivíduos com depressão. Indivíduos do sexo feminino, que fumavam, com excesso de peso, inativos fisicamente, que não consumiam bebidas alcóolicas e que possuíam situação profissional sem rotina estabelecida (do lar, desempregado e aposentado) apresentavam maior prevalência de depressão. Observou-se que uma dieta associada ao maior consumo de alimentos fonte de ômega-6, ácidos graxos trans e carboidratos simples foi associada à maior prevalência de depressão. E o maior consumo de alimentos de origem animal, proteínas totais, fontes de triptofano e a ingestão moderada de cerveja foi associado a menor prevalência da doença. Após ajustes das variáveis por estilo de vida, apenas a ingestão de cerveja (OR=0,57; IC95%:0,44-0,75) e de ômega-6 (OR=1,60; IC95%1,24-2,08) manteve associação com o desfecho. Após estratificação por IMC, a ingestão de ácidos graxos trans foi positivamente associada à depressão naqueles indivíduos com excesso de peso, no entanto este resultado não se manteve após ajustes por variáveis socioeconômicas e de estilo de vida. Sendo assim, o consumo de componentes alimentares, típicos de hábitos ocidentalizados, foram associados positivamente, e a ingestão moderada de cerveja negativamente, à prevalência de depressão.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectDepressão mental - Universidades e faculdades - ex-alunospt_BR
dc.subjectAlimentos - consumopt_BR
dc.subjectÁcidos graxospt_BR
dc.subjectCervejapt_BR
dc.titleAssociação de componentes dietéticos com a prevalência de depressão em egressos universitários (Projeto CUME).pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 20/08/2020 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeMendonça, Raquel de Deuspt_BR
dc.contributor.refereeCarraro, Júlia Cristina Cardosopt_BR
dc.contributor.refereeCoelho, George Luiz Lins Machadopt_BR
dc.contributor.refereeBressan, Josefinapt_BR
dc.description.abstractenDepression is an important public health problem and its association with nutrition has been widely discussed. Little is known about the impact of Brazilian eating habits on the prevalence of depressive disorders. Scientific evidence shows that foods act in the modulation of the intestinal microbiota and inflammation. Once these mechanisms are associates to depression, such foods are expected to be indirectly associated to depression. Thus, understanding the relationship between eating habits and depression can help in the treatment and control of this disease. The aim of this study was to evaluate the association of dietary components with the prevalence of depression in the baseline of the Minas Gerais University Cohort (CUME). This is a cross-sectional study with graduates or post-graduates from universities in the state of Minas Gerais: Federal University of Minas Gerais, Federal University of Viçosa, Federal University of Ouro Preto, Federal University of Lavras and Federal University of Juiz de Fora. Cohort,s baseline data (March and August 2016 and April to August 2018) were used, using a selfadministered questionnaire in a virtual environment. The diagnosis of depression was self-reported and the consumption of dietary components to be evaluated related to depression was based on its relationship with composition of the intestinal microbiota or inflammatory processes. Its consumption were estimated using a food consumption frequency questionnaire. The prevalence of depression among the participants was 12.37%. The mean age was higher in individuals with depression. Female individuals, who smoked, overweight, physically inactive, who did not consume alcoholic beverages and who had a professional situation without an established routine (home, unemployed and retired) had a higher prevalence of depression. It was observed that a diet associated with a higher consumption of foods source of omega-6, trans fatty acids and simple carbohydrates was associated with a higher prevalence of depression. A higher consumption of animal foods, total proteins, sources of tryptophan and moderate beer intake were associated with a lower prevalence of the disease. After adjusting the variables for lifestyle, intake of beer (OR = 0.57; 95% CI: 0.44-0.75) and omega-6 (OR = 1.60; 95% CI 1.24-2.08) maintained an association with the outcome. After stratification by BMI, trans fatty acids were positively associated to depression in those with excessive body weight. However, this result did not remained significant after adjustments by socioeconomic an lifestyle variables. Thus, the consumption of food components, mainly the presents in a Western diet, were positively, and a moderate beer intake was negatively related to the prevalence of depression.pt_BR
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