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dc.contributor.advisorCardoso, Leonardo Máximopt_BR
dc.contributor.advisorOliveira, Lenice Kappes Beckerpt_BR
dc.contributor.authorSouza, Jaqueline Aparecida de-
dc.date.accessioned2020-08-11T16:09:18Z-
dc.date.available2020-08-11T16:09:18Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.citationSOUZA, Jaqueline Aparecida de. Influência do treinamento físico de natação sobre o controle da pressão arterial e função renal de ratos Wistar submetidos à sobrecarga de sódio por 22 semanas. 2020. 103 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas) - Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/12575-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicas. Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas, Pró-Reitoria de Pesquisa de Pós Graduação, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractO exercício físico tem se configurado como uma proposta da terapêutica nãofarmacológica bem sucedida para atenuação dos efeitos deletérios da hipertensão arterial e uma boa estratégia para promoção de qualidade de vida de indivíduos com hipertensão resistente podendo reduzir a quantidade de medicamentos utilizadas por estes. Portanto, neste estudo, investigou-se o efeito do treinamento de natação na pressão arterial (PA), sódio (Na+ ) no líquido cefalorraquidiano (LCR) e volume circulante de ratos Wistar sob dieta com sobrecarga de Na+ por 22 semanas a partir do desmame. Animais divididos em 4 grupos: sedentário dieta padrão (SDP), sedentário dieta com sobrecarga de Na+ (SHS), treinado dieta padrão (TDP), treinado dieta com sobrecarga de Na+ (THS), foram submetidos ao período de adaptação aquática, ao teste de carga máxima, ao protocolo de treinamento físico (natação) por 9 semanas, à dosagem de lactato sanguíneo, à gaiola metabólica por 24h e na 12ª e 22ª semanas foram submetidos a dosagens e análises bioquímicas e histológicas renais. Por meio de procedimento cirúrgico, foram implantados cateteres na veia e artéria femorais para registro dos valores da PA e administração de hexametônio para avaliação do ‘drive’ simpático. O treinamento de natação alterou o padrão de ingestão alimentar em ratos HS, além de promover maior ingestão e balanço de água dos mesmos, modificando parâmetros hídricos e eletrolíticos sem modificar o volume circulante. O treinamento de natação não alterou a osmolalidade plasmática e urinária, nem o clearance osmolar e de água livre dos grupos, tendo apenas o efeito da dieta HS sobre a osmolaridade urinária, o clearance osmolar e de água livre dos grupos HS em relação aos grupos DP. Além disso, o treinamento de natação foi capaz de diminuir a PAM (SDP: 109,0±1,3; TDP: 110,5±2,7; SHS: 124,1±1,3; THS: 111,8±2,0 mmHg), PAS e PAD, diminuir a queda da PA após injeção de hexametônio (SDP: - 38,74±2,14; TDP: -40,08±2,53; SHS: -53,76±3,23; THS: -40,20±4,37 mmHg), além de ter diminuído a relação de LF/HF (SDP 0.34±0.03; TDP 0.20±0.03; SHS 0.49±0.04; THS 0.21±0.02) por apresentar maior contribuição parassimpática e ter restabelecido o ganho total do barorreflexo do grupo HS (SDP 2.49±0.29; TDP 2.24±0.14; SHS 0.67±0.14; THS 2.72±0.24. Nem a dieta HS nem o treinamento de natação alteraram a função renal dos animais. Porém, o treinamento de natação parece ser eficaz na prevenção de alguns danos estruturais renais causados pela dieta HS além de ter diminuído a concentração de sódio no LCR em animais HS (SDP: 139,9±0,5; TDP: 140,2±0,6; SHS: 145,6±0,5; THS: 141,9±0,4 mmol/L). Portanto, o trabalho corrobora dados já fundamentados na literatura sobre a eficácia do treinamento periódico em natação na modulação autonômica e proteção ao tecido renal e sugere possíveis novos mecanismos para redução da pressão arterial como a redução na concentração de sódio no LCR.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectHipertensãopt_BR
dc.subjectNataçãopt_BR
dc.subjectEquilíbrio hidro-eletrolítico - fisiologiapt_BR
dc.titleInfluência do treinamento físico de natação sobre o controle da pressão arterial e função renal de ratos Wistar submetidos à sobrecarga de sódio por 22 semanas.pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 04/08/2020 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeCardoso, Leonardo Máximopt_BR
dc.contributor.refereeGuimarães, Andrea Grabept_BR
dc.contributor.refereeAlmeida, Roberto Lopes dept_BR
dc.description.abstractenPhysical exercise has been configured as a proposal for successful non-pharmacological therapy to mitigate the deleterious effects of arterial hypertension and a good strategy for promoting quality of life in individuals with resistant hypertension, which may reduce the amount of drugs used by them. Therefore, in this study, we investigated the effect of swimming training on blood pressure (BP), sodium (Na+ ) in cerebrospinal fluid (CSF) and circulating volume of Wistar rats on a diet with Na+ overload for 22 weeks after weaning. Animals divided into 4 groups: sedentary standard diet (SSD), sedentary diet with Na+ overload (SHS), trained standard diet (TSD), trained diet with Na+ overload (THS), were submitted to the aquatic adaptation period, to the test of maximum load, to the physical training protocol (swimming) for 9 weeks, to the blood lactate dosage, to the metabolic cage for 24h and in the 12th and 22nd weeks they were submitted to dosages and renal biochemical and histological analyzes. Through a surgical procedure, catheters were implanted in the femoral vein and artery to record BP values and administer hexamethonium to assess sympathetic ‘drive’. Swimming training altered the pattern of food intake in HS rats, in addition to promoting greater intake and water balance of the same, modifying water and electrolytic parameters without changing the circulating volume. The swimming training did not alter the plasma and urinary osmolality, nor the osmolar and free water clearance of the groups, having only the effect of the HS diet on the urinary osmolarity, the osmolar and free water clearance of the HS groups in relation to the SD groups. In addition, swimming training was able to decrease mean arterial pressure (SSD: 109.0±1.3; TSD: 110.5±2.7; SHS: 124.1±1.3; THS: 111.8±2.0 mmHg), systolic and diastolic, decrease BP drop after injection of hexamethonium (SSD: - 38.74±2.14; TSD: -40.08±2.53; SHS: -53.76±3.23; THS: -40.20±4.37 mmHg), in addition to decreasing the LF/HF ratio (SSD 0.34±0.03; TSD 0.20±0.03; SHS 0.49±0.04; THS 0.21±0.02) for presenting greater parasympathetic contribution and having attenuated the loss in the total gain of the baroreflex of the HS group (SSD 2.49±0.29; TSD 2.24±0.14; SHS 0.67±0.14; THS 2.72±0.24. Neither the HS diet nor the swimming training altered renal function However, swimming training seems to be effective in preventing some renal structural damage caused by the HS diet, in addition to decreasing the CSF sodium concentration in HS animals (SSD: 139.9±0.5; TSD: 140.2±0.6; SHS: 145.6±0.5; THS: 141.9±0.4 mmol/L). Therefore, the study corroborates data already grounded in the literature on the effectiveness of periodic swimming training in autonomic modulation and protection of renal tissue and suggests possible new mechanisms for reducing blood pressure such as the reduction in the concentration of sodium in the CSF.pt_BR
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