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Título: Fase crônica cardíaca fibrosante da Tripanossomíase cruzi experimental no cão.
Autor(es): Lana, Marta de
Tafuri, Washington Luiz
Caliari, Marcelo Vidigal
Bambirra, Eduardo Alves
Chiari, Cléa de Andrade
Leite, Virginea Hora Rios
Barbosa, Alfredo José Afonso
Toledo, Max Jean de Ornelas
Chiari, Egler
Palavras-chave: Trypanosoma cruzi
Cardiopatia chagásica
Cão
Modelo experimental
Fibrose
Data do documento: 1988
Referência: LANA, M. de et al. Fase crônica cardíaca fibrosante da Tripanossomíase cruzi experimental no cão. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 21, p. 113-121, 1988. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0037-86821988000300004&script=sci_arttext>. Acesso em: 28 ago. 2014.
Resumo: De acordo com os trabalhos publicados ate o momento, o cão esta sendo considerado, com ressalvas, como modelo ideal para o estudo da fase aguda e crônica indeterminada da tripanossomiase cruz jl 2 3 4 5 6 7 14 15 18 19 20 21 24 Os requisitos para um modelo ideal, estabelecidos pelo Comite de Doenca de Chagas do Programa Especial de Treinamento e Pesquisa de Doenças Parasitarias da Organização Mundial de Saude25 podem ser assim discriminados: permitir o isolamento do parasito ao longo do curso da infecção; apresentar reações sorológicas positivas, indicativas da persistência da infecção; apresentar manifestações clinicas da doença de Chagas crônica; desenvolver miocardite, miosite e outras alterações patológicas que caracterizam a doença; induzir a resposta imune contra tecido do hospedeiro. Há mais de oito anos estamos a procura de um modelo que não somente preencha todos os requisitos acima citados mas, principalmente, que desenvolva a cardiopatia grave evolutiva fibrosante com todas alterações clinicas observadas na forma humana. Ate o momento, os resultados que encontramos parecem indicar que alcançamos tal objetivo no modelo cão. A partir destes resultados e dos de outros autores, tentaremos aplicar metodologia moderna no estudo dos vários fatores patogeneticos no pressuposto de que, assim, será possível chegar ao esclarecimento da patogenia e de fisiopatologia das diferentes formas anatomoclinicas da doença. Dentre os numerosos fatores patogeneticos ate agora aventados, a fibrose nos parece o mais importante na determinação da insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e da aperistalse. Não existe qualquer outra cardiopatia e/ou mega com aspecto tão peculiar. No miocárdio bem como nos megas, a fibrose (fibrilopoese) e focal e difusa ao mesmo tempo23. O presente trabalho tem a finalidade de documentar a fase crônica da doença de Chagas em cães que recebem inóculos diversos das cepas Colombiana13 e Berenice-7817 de T. cruzi, destacando aqueles animais que desenvolveram a cardiopatia fibrosante, com sinais e sintomas clínicos de ICC.
URI: http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/4019
ISSN: 00378682
Licença: Permite distribuição da obra sob uma licença idêntica a do Editor. Permite o armazenamento das versões pré-print e pós-print. Fonte: Diadorim <http://diadorim.ibict.br/handle/1/127>. Acesso em: 01 ago. 2014.
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